QUAL É O SEU TEMPO? – CRÔNICAS POÉTICAS #29

Temos pouco tempo, mas talvez seja o suficiente: “Pra quem não sabe o que fazer com o tempo, qualquer prazo serve.” Não adianta comprar um relógio e não saber o valor dos minutos. Seria como um cego assistindo uma TV de um milhão de polegadas. Temos tanto tempo que dá até pra você ler essa crônica poética e se perguntar: “Será que estou perdendo meu tempo lendo isso? ” Quem souber, vive, quem não souber, também. Tempo musical, clima, horário, prazo, ansiedade, idade… temos uma infinidade de tempo, mas sempre afirmamos que andamos meio sem tempo. IMPOSSÍVEL! O tempo que deve estar meio sem você. Hoje acendemos o fogão com um botão… ganhamos tempo… esquentamos nosso almoço em segundos… ganhamos tempo… não mais assopramos a fita do videogame que não queria pegar de jeito nenhum… ganhamos tempo… tem até aplicativo pra sabermos de casa qual é o ônibus que irá passar… ganhamos um baita tempo. Façamos um acordo; pegue sua próxima hora e faça algo que te dá muito prazer, gaste seu tempo com a certeza de que ao fim um enorme sorriso aparecerá na sua boca. Mas, se ainda assim parecer uma perda de tempo, é por que realmente é, assim como todas as outras perdas são. Às vezes os pássaros voando valem mais do que os que estão na mão, às vezes não.

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